I - Temas:
1. Do Reino
da Galiza até aos nossos dias: a
Língua Portuguesa na Galiza
subtemas:
1. Do
Galaico-Português até hoje.
Acontecimentos no último século,
1.2.1. Como se impõe uma língua
oficial (o castelhano) que não é falada pela maior
parte dos habitantes – Análise da
situação,
1.2.2. Como se regeneram
os usos linguísticos duma língua
oficial menorizada, o caso galego –
Análise da situação,
1.3.
A situação dos direitos
linguísticos na Comunidade Autónoma Galega
1.4.
Projectos, perspectivas: o presente
e o futuro da lusofonia europeia
(Galiza e Portugal). Análises
comparativa e contrastiva.
1.5.- Linguística e sociolinguística
1.6. - Literatura nacional: língua e
sistema literário
1.7. - ONG culturais e processo
normalizador na Comunidade Autónoma
Galega.
2. Tradução
Estudos de Tradução e Interpretação
- que futuro?
subtemas:
2.1.
Tradutores e Ferramentas
2.2.
O
Ensino da Tradução e a Tradução no
Ensino
2.3.
A
tradução como instrumento de
preservação e revitalização
linguística
Objectivos:
Tema 1:
-
Como a sociolinguística tem mostrado
nas últimas décadas as línguas não
mudam em bloco. Uma língua, um
dialecto, mesmo um idiolecto não são
homogéneos, mas comportam variedades
internas que são parte integrante do
sistema. Se o objecto da linguística
histórica é a mudança linguística, o
objecto da história da língua é uma
língua em particular, na sua
existência definida temporal e
espacialmente.
-
Conhecer a situação na Galiza desde
as origens, e a sua evolução.
Conhecer as principais linhas de
rumo da literatura galega no período
pós-Franco, em defesa da cultura,
dos valores solidários e dos
direitos históricos da Galiza.
-
Permitir o debate aberto sobre a
língua na Galiza; tanto sobre a sua
forma gráfica, como sobre o conceito
de língua (língua isolada ou parte
activa do tronco galaico-português),
e a sua difícil situação actual. O
conflito entre reintegracionistas,
normativos e os outros: um genocídio
da língua?
-
Compreender o papel histórico
desempenhado pelos intelectuais e
políticos galegos. Extrair
conclusões sobre os conflitos e
respectivos desenlaces da História.
-
A situação do galego é paradoxal. Se
atendermos a critérios linguísticos,
é uma das formas do português e,
neste sentido, é uma língua nacional
-uma forma especial, pois foi na
antiga Gallaecia que nasceu a língua
de Camões. Mas conforme ao uso
maioritário da população, quer no
atinente à ortographia, a
formalização da língua ou corpus,
quer atendendo ao estatuto social ou
status, em relação ao
castelhano, a situação do galego
mais se assemelha a um patuá (patois), apesar dos avanços
observados nas últimas décadas.
-
No V Colóquio irão debater-se os
modelos de normalização linguística
na Galiza e a situação presente,
onde o genocídio linguístico atingiu
uma forma nova e subtil, já não
através da perseguição aberta e
pública do galego, como em
décadas passadas, mas pela promoção
social, escolar e política de uma
forma oral e escrita deturpada,
castelhanizada, a par de uma
política de exclusão dos dissidentes
lusófonos. Uma Galiza que luta pela
sua sobrevivência linguística, numa
altura em que a UNESCO advertiu do
risco de castelhanização total nas
próximas décadas.
-
Delinear linhas de acção para a
propagação e preservação da Língua
Portuguesa na Galiza
Tema 2:
-
A explosão das novas tecnologias
permitiu criar preciosos
instrumentos de apoio à tradução.
Graças a eles, o tradutor torna-se
cada vez mais eficaz, melhorando o
seu trabalho simultaneamente em
qualidade e rapidez.
-
As tarefas de coordenação ou o
trabalho em equipa que caracterizam
a profissão de tradutor são
igualmente simplificados mediante a
colocação em rede de competências.
-
Surgiram vários cursos superiores de
Tradução mas o mercado aparenta
saturação, e a maioria desses cursos
parece desajustada à realidade
profissional.
-
Quem apresenta soluções e propostas
de intervenção?
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